Aiatolá do Irã é morto após bombardeio dos EUA e Israel, diz Reuters; país já reage com ataques a bases americanas
Iranianos saíram às ruas para comemorar morte do líder de um dos regimes mais opressores do mundo até então
Um dos episódios mais graves dos últimos anos no Oriente Médio ganhou contornos ainda mais dramáticos neste sábado (28). Segundo a agência internacional Reuters, o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto após um bombardeio de grande escala realizado por Estados Unidos e Israel.
De acordo com as informações iniciais, a ofensiva atingiu áreas estratégicas, incluindo centros militares e regiões próximas ao alto comando iraniano, com explosões registradas em diferentes pontos do país.
Os primeiros levantamentos indicam que ao menos 200 pessoas morreram e mais de 700 ficaram feridas após os ataques, incluindo civis, militares e integrantes da Guarda Revolucionária. Entre os casos mais chocantes está o bombardeio a uma escola, que deixou dezenas de vítimas.
Na capital iraniana, a população reagiu de forma intensa após a notícia da morte do líder supremo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram moradores celebrando com panelaços, buzinaços e manifestações durante a noite, reflexo do clima de insatisfação com o regime do país.
A resposta do Irã foi imediata e já atingiu diretamente interesses dos Estados Unidos. O país lançou mísseis e drones contra bases militares americanas espalhadas pelo Oriente Médio, atingindo ou tentando atingir estruturas em países como Catar, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Iraque e Arábia Saudita.
Além disso, Israel também foi alvo direto dos ataques iranianos, em uma escalada que já é considerada uma das maiores da história recente da região.
Autoridades iranianas classificaram a ofensiva como um ato de guerra e afirmaram que novas ações podem acontecer. Especialistas apontam que o cenário agora é de alto risco, com possibilidade de novos bombardeios, ataques a bases americanas, bloqueios de rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz e até o envolvimento de outros países, ampliando o conflito para uma guerra de grandes proporções.








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