De tetraplégico a atleta: bancário volta a andar e surpreende até médicos
O que parecia impossível virou realidade e está emocionando o país: um bancário tetraplégico voltou a andar após um tratamento experimental e hoje já levanta peso na academia. O caso é considerado um marco na ciência brasileira e reacende a esperança de milhares de pacientes com lesão medular.
O bancário Bruno Drummond de Freitas sofreu um grave acidente de carro em 28 de abril de 2018, que causou uma lesão cervical completa e o deixou tetraplégico. Menos de 24 horas após o trauma, ele passou por cirurgia e recebeu a aplicação da polilaminina, ainda em fase experimental. 
A recuperação começou rapidamente: cerca de duas a três semanas após a aplicação, surgiram os primeiros movimentos voluntários, como a flexão do dedão do pé. 
A partir daí, o avanço foi progressivo. Com reabilitação intensa ao longo de meses e anos, Bruno recuperou os movimentos, voltou a andar e hoje leva uma vida considerada normal, com independência e prática de atividades físicas. 
Atualmente, ele já aparece em vídeos caminhando normalmente, empurrando cadeira de rodas e até treinando em academia, levantando cerca de 20 quilos no supino — algo inimaginável após o diagnóstico inicial.
A polilaminina é um tratamento experimental desenvolvido por pesquisadores da UFRJ, liderados pela cientista Tatiana Sampaio. A substância, derivada de uma proteína da placenta, busca reconectar neurônios da medula espinhal e ainda está em fase de testes clínicos, sem liberação ampla. Mais detalhes sobre esse avanço você encontra no feed da Central.








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