Internado no Hospital São Camilo, na Pompeia, zona oeste de São Paulo, Edgard de Luna acreditava que receberia alta naquele domingo após realizar uma série de exames.
Mas, sozinho no quarto, recebeu uma notícia devastadora: aos 42 anos, pai de duas meninas pequenas, havia sido diagnosticado com câncer de pâncreas, uma das formas mais agressivas da doença.
O prognóstico era desanimador e as estimativas encontradas na internet indicavam poucos meses de vida. Oito anos depois, porém, Edgard desafia todas as previsões: sem sinais detectáveis do câncer, tornou-se um caso raro que vem sendo estudado e apresentado em congressos médicos como exemplo de sobrevivência extraordinária.
