Quando uma criança lida com uma enfermidade séria, o hospital deixa de ser apenas um espaço físico e passa a ocupar um papel central na rotina de toda a família.

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Quando uma criança lida com uma enfermidade séria, o hospital deixa de ser apenas um espaço físico e passa a ocupar um papel central na rotina de toda a família. Cada fase do tratamento carrega impactos que vão muito além de exames, leitos e intervenções médicas.

Foi o que aconteceu com Joey Watts, de 6 anos, no Reino Unido. Diagnosticado ainda nos primeiros meses de vida com estenose aórtica supravalvar, um estreitamento em uma parte da aorta, ele precisou se submeter a uma cirurgia delicada no Leeds Children’s Hospital. O procedimento, realizado em 23 de maio, durou aproximadamente oito horas e teve como finalidade melhorar a circulação sanguínea. A recuperação exigiu quase uma semana de internação.

Após a alta, uma cicatriz ficou marcada em seu peito, despertando nos pais a preocupação sobre como aquela lembrança física poderia impactar o emocional do filho ao longo do tempo.

O pai, Martin Watts, encontrou uma maneira simbólica de enfrentar esse receio. Ele decidiu tatuar no próprio peito uma réplica da cicatriz de Joey, no mesmo ponto do corpo. O gesto carregava uma mensagem clara: transformar a marca em símbolo de força e mostrar ao menino que ele não estaria sozinho nessa trajetória.

A família também aproveitou a atitude para dar visibilidade a uma campanha de apoio à cardiologia pediátrica do hospital. Além disso, contou que o filho mais velho, Harley, de 7 anos, possui a mesma condição cardíaca e também deverá passar por cirurgia, o que tornou o gesto ainda mais significativo.

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