Suéllen Rosim se manifesta após operação e afirma que continuará trabalhando
A gestora de Bauru, Suéllen Rosim (PSD), voltou a se pronunciar publicamente nesta terça-feira (20) sobre os desdobramentos da operação do Ministério Público que levou à prisão de três integrantes do governo municipal, entre eles seu marido, Renato Purini. Em publicação nas redes sociais, ela afirmou que continuará exercendo suas funções e negou que tenha sido assinado um contrato bilionário para a concessão dos serviços de resíduos sólidos.
Suéllen classificou o momento como o mais grave de seus quase seis anos à frente da administração municipal. Ela também explicou que precisou se afastar por alguns dias das redes sociais para compreender a situação e cuidar da gestação e do filho.
Sobre as investigações, a gestora afirmou que não compactua com desvios de dinheiro público e declarou ter adotado providências administrativas diante dos fatos. Ela também ressaltou que respeita o trabalho do Ministério Público e do Judiciário e disse acreditar que tudo será esclarecido no momento adequado.
A manifestação ocorre em meio às investigações sobre possíveis irregularidades no projeto de concessão dos serviços de resíduos sólidos, estimado em cerca de R$ 5,2 bilhões ao longo de 30 anos. O valor corresponde à estimativa do projeto, e não a um contrato já assinado, conforme destacou a gestora.
Ao final do pronunciamento, Suéllen afirmou que pretende manter a rotina de trabalho e seguir à frente da administração municipal, para a qual foi eleita para um segundo mandato.
As investigações continuam, e as declarações da gestora não representam uma conclusão sobre as suspeitas apuradas pelas autoridades.








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