Família volta a ser alvo da Polícia Civil e acaba presa com fábrica clandestina de agrotóxicos

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Família volta a ser alvo da Polícia Civil e acaba presa com fábrica clandestina de agrotóxicos

Uma investigação do SIG (Setor de Investigações Gerais) resultou na prisão em flagrante de dois homens suspeitos de integrar um esquema de falsificação, adulteração e comercialização irregular de defensivos agrícolas. A ação ocorreu na manhã deste domingo, 15 de junho, após o cumprimento de mandados de busca e apreensão.

O caso aconteceu em Bauru. Segundo a Polícia Civil, os investigados são B.F.A., de 35 anos, J.L.A., de 56 anos, e M.L.A., de 30 anos, todos da mesma família. Eles já haviam sido presos anteriormente por equipes da DIG de Jaú, em 2024, quando moravam em Barra Bonita, por envolvimento nas mesmas práticas criminosas.

Durante as diligências em uma residência no Núcleo Habitacional Mary Dota, os policiais encontraram B.F.A. carregando diversas caixas de produtos agrotóxicos em um Chevrolet Onix prata, veículo que, segundo as investigações, era utilizado no transporte dos produtos.

No imóvel, os agentes localizaram J.L.A. nos fundos da residência manipulando e rotulando embalagens de defensivos agrícolas. Em um depósito anexo à garagem foram encontradas embalagens vazias de diversas marcas, recipientes já preenchidos e rotulados irregularmente, além de embalagens de veneno para rato armazenadas sem os cuidados exigidos pela legislação.

A Polícia Científica esteve no local para realização de perícia e coleta de amostras.

Em outro endereço ligado à investigação, no Jardim Redentor, os policiais encontraram frascos de agrotóxicos, venenos para rato e rótulos utilizados para a suposta falsificação dos produtos. Já em um estabelecimento comercial da família foi localizado um frasco de agrotóxico com indícios de adulteração.

M.L.A. não foi localizado até o encerramento da operação. Já B.F.A. e J.L.A. foram conduzidos ao SIG e autuados em flagrante por associação criminosa, crimes ambientais e infrações relacionadas à fabricação e comercialização irregular de agrotóxicos.

Contra B.F.A. também havia um mandado de prisão em aberto pelo crime de estelionato, que foi cumprido durante a operação.

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