Justiça nega habeas corpus a Renato Purini, marido de Suéllen Rosim, e mantém prisão

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Justiça nega habeas corpus a Renato Purini, marido de Suéllen Rosim, e mantém prisão

 

A Justiça negou, neste sábado (17), o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Renato Purini, ex-secretário municipal de Governo e marido da gestora Suéllen Rosim (PSD). Com a decisão, ele permanece preso após ser detido na sexta-feira (16), durante uma nova fase da Operação Cavalo de Troia.

 

A operação, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, investiga suspeitas de irregularidades na licitação para a concessão dos serviços de gestão de resíduos sólidos de Bauru.

 

Contrato estimado em R$ 5,2 bilhões

 

O contrato previa duração de 30 anos e tinha valor estimado em R$ 5,2 bilhões. A licitação foi cancelada em meio às apurações.

 

A prisão de Renato Purini ocorreu no mesmo dia em que sua esposa, a gestora Suéllen Rosim, prestou depoimento à Comissão Processante da Câmara Municipal, que apura possíveis infrações político-administrativas relacionadas ao processo de concessão dos serviços de gestão de resíduos sólidos.

 

Durante o depoimento, Suéllen afirmou que não havia recebido alertas prévios sobre possíveis irregularidades e negou ter recebido presente de um representante da empresa Estre Ambiental. Ela também declarou que não participou diretamente das decisões técnicas relacionadas à concessão.

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