O lixo de ouro: Gestor de Itaju vira réu em ação criminal; licitações ambientais também estão na mira da Justiça
O gestor de Itaju, Jerri de Souza Neiva, conhecido como Jerri, tornou-se réu na esfera criminal em um processo que apura suspeitas de organização criminosa, fraude em licitação e peculato, no desdobramento do chamado Caso Latina. A investigação envolve suspeitas relacionadas a contratos públicos de serviços ambientais e limpeza urbana.
Licitações ambientais e contratos bilionários sob investigação
O caso de Itaju ocorre em meio a outras apurações sobre contratos públicos na área ambiental na região. Em Bauru, a Operação Cavalo de Troia, conduzida pelo Gaeco, investiga suspeitas de irregularidades em uma concessão de resíduos sólidos cujo valor estimado chega a bilhões de reais.
No âmbito dessa investigação, o nome do gestor de Jaú foi mencionado em escutas telefônicas interceptadas durante a operação. A citação, por si só, não significa que ele seja investigado ou acusado de irregularidades.
O Caso Latina, em Itaju, e as apurações relacionadas aos contratos ambientais em Bauru são frentes distintas, com procedimentos próprios. As informações disponíveis não permitem afirmar que exista uma ligação comprovada entre os dois casos.
As investigações mantêm sob atenção contratos públicos, licitações e possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos. O andamento dos processos deverá esclarecer as responsabilidades individuais e os fatos apurados.
Foto: Noticiantes








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